No vale, nem todos os dias são de sol
Os dias são frios
E a mente se emaranha nos caminhos dos rios
As mãos nos cabelos
O laço no cabelo
E os cabelos no chão
Alecrim com hortelã
Na água fervente
Com vinagre de maçã
Passe na raiz sempre pela manhã
No vale há renúncia
Há privação de sono
Mas também hoponopono
No vale se tem alegria
Com seu sorriso de bom dia
Com a profissão em espera
E o viver na janela
