Pelo simples fato da existência e de sermos mutáveis conforme o tempo, fazemos coisas sem pensar. Fazemos por que queremos e quando queremos, não nos importando com os outros. Ou importando-nos demais.
Importância.
O que muitos dão às pessoas que talvez nem sejam tão queridas assim. Mas pelo fato da aceitação. Imploram por aceitação. São outros para serem si mesmos.
Nunca estão satisfeitos com o que são. Podem até saber quem são, o que pensam, quais são os princípios, se é que existe algum princípio.
Fazem o que muitas vezes não querem fazer, mas acabam que fazendo por aceitação.
Resignação dentro de uma tribo. Tribo urbana.
Será mesmo que tudo isso é preciso?
One comment on “Olhos como fruta”
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acabei de postar algo sobre isso.
algo que me enforca aos poucos…