Espectros lunares

Os pássaros cantam a urbe inflamada de pólvora

Eros que renasce em passos de quimera
Deixa estar o que se há de melhor em não dizer
Homem fumaça é engolido
O corpo degrada a cada não dito
Ser. Arte que escorre entre os muros
Poetizam as ruínas de um não ouvir
Energia se transpõe em corpos unidos
Um amor maior que não é tocado
É quando dou-me conta de que Saint-Exupéry tinha  razão
“O essencial é invisível aos olhos”

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