No compasso da nascente

Deixo tudo me levar
O sol, a brisa, o mar.

Na correnteza da vida
Passo os dias nadando
Na profundidade
E na incerteza dos pensamentos.
Aborrecimentos.

Quase não subo para respirar
O ar poluído
Corroído
E constituído de tristeza

Mergulho brevemente
Na nascente
Inocente
Juntamente com a calmaria
A pureza e a alegria
Descanso meus dias
No compasso da sintonia
Até raiar o dia.

2 comments on “No compasso da nascente”

  1. Linto texto 🙂 Gosto muito de seus poemas 🙂

    Resposta do seu comentário (acho mais fácil você ler aqui do que lá):
    "Olha lá! Mais uma ouvinte de O Teatro Mágico e essa música é muito boa mesmo 🙂
    Obrigada!"

Leave a Reply