Quase o último…
Estar e não estar.
Estar e não estar.
=/
Aqui
Eu nunca disse que iria ser
A pessoa certa pra você
Mas sou eu quem te adora
Se fico um tempo sem te procurar
É pra saudade nos aproximar
E eu já não vejo a hora
Eu não consigo esconder
Certo ou errado, eu quero ter você
Você sabe que eu não sei jogar
Não é meu dom representar
Não dá pra disfarçar
Eu tento aparentar frieza mas não dá
É como uma represa pronta pra jorrar
Querendo iluminar
A estrada, a casa, o quarto onde você está
Não dá pra ocultar
Algo preso quer sair do meu olhar
Atravessar montanhas e te alcançar
Tocar o seu olhar
Te fazer me enxergar e se enxergar em mim
Aqui
Agora que você parece não ligar
Que já não pensa e já não quer pensar
Dizendo que não sente nada
Estou lembrando menos de você
Falta pouco pra me convencer
Que sou a pessoa errada
Eu não consigo esconder
Certo ou errado, eu quero ter você
Você sabe que eu não sei jogar
Não é meu dom representar
Não dá pra disfarçar
Eu tento aparentar frieza mas não dá
É como uma represa pronta pra jorrar
Querendo iluminar
A estrada, a casa, o quarto onde você está
Não dá pra ocultar
Algo preso quer sair do meu olhar
Atravessar montanhas e te alcançar
Tocar o seu olhar
Te fazer me enxergar e se enxergar em mim
E quando percebe, é tudo um sonho.
Caminhando pela rua descalça, usando uma saia preta, uma camisa e um suspensório, lá estava ela.
O cabelo estava preso.
Sentia aquele chão, duro, com pedras e tudo mais. Estava molhado, pois estava chovendo.
Ah! Como era bom caminhar naquela linda chuva, descalça.
Não sabia pra onde ir, mas sabia que aquele caminho a levaria à algum lugar diferente. Diferente de tudo o que até agora havia visto.
Não sabia como e nem o por que estava ali. Só sabia que estava e mais nada.
Estava longe de tudo e de todos.
Chorar era inevitável.
Fazia um certo tempo que ela chorava todas as noites. E aquela ão poderia ser diferente..
Caminhando por mais uns quarteirões, encontrou uma lanchonete aberta naquela noite de chuva.
Ela estava toda molhada. Carregava as sandálias em uma das mãos e na outra as chaves de casa.
Sentou na última mesa de canto que tinha lá. Uma garçonete veio lhe atender. Pediu um suco de laranja, um papel e uma caneta.
A garçonete ficou sem entender o porque do papel e da caneta, mas ficou em silêncio, pois percebeu que a garota não estava com muita vontade de responder.Logo mais trouxe os pedidos. A garota agradeceu.
Logo após a garçonete sair, ela pegou o papel e a caneta e ficou olhando ali, sem fazer absolutamente nada. Somente olhar.
Era tudo tão confuso para ela que a ordem já não mais existira.
Fez um desenho de tudo o que estava sentindo ali, naquele determinado momento.
Pagou a conta e saiu.
Ainda estava chovendo e o desenho ainda estava com ela.
Calçou novamente as sandálias e decidiu ir para casa.
Caminhou mais dois quarteirões e finalmente chegou.
Seus pés estavam doendo, afinal sua caminhada foi longa.Tomou um banho e depois deitou na cama.
Dormiu.
O desenho permanecera na rua. A chuva o molhara desfazendo od esenho que ela havia feito, dando margem a uma nova inspiração…
Um dia depois e, logo venho a pensar novamente.
Pensamentos incessantes!
Lembranças.
Todos temos escolhas, das quais não podemos fugir.
Um dia ouvi alguém dizendo ” seja forte”.
A força, muitas vezes vem e depois vai embora.
O vazio me completa.
Nada mais vai ser como antes.
Tudo mudou.
Ainda sinto o seu cheiro, levemente em minha essência. Tenho medo que ele finalmente desapareça.
Um dia o perfume se vai.
Isso já acontecera antes. Acho que acabo em acostumando.
Madrugadas e madrugadas acordada, sem nenhuma vontade de dormir.
Ao deitar na cama, pensava em tudo antes de dormir, como de costume. Mas aqueles dias, eram diferentes. Além de pensar em tudo, tudo mesmo. Eu não conseguia tirar aquelas preocupações de mim.
Em dado momento, encaixei a última peça que faltava em meu quebra-cabeça e, sem pensar muito, fiz o que havia de ser feito naquele momento.
Não é por acaso que acontecem coisas do tipo.
É a terceira vez.
Não é por querer. Sei que não, mas o que há de errado?
Onde está a motivação? A força?
Onde está a essência?
Acho que já não se encaixam mais..Estão perdidas nessa imensidão.
A guerra acabou. Agora são mais objetivos para reconquistar.
Por que sente-se assim?
O que te faz sentir-se assim?
O que te faz com que você pense deste modo?
Ainda me resta algo…
Vejo que a chuva ainda te molha..
Vejo que as suas manhãs são uma escuridão.
Vejo que ainda não há a resignação do ‘ser’, loup.
Sua busca pela felicidade é quase que, incessante.
Busca tanto, que esquece dos detalhes, como prazeres de Amélie Poulain..
A felicidade está em cada partícula que compõe a essência.
Não mais posso sentir o que sente.. Talvez seja melhor pra mim não sentir nada, mas você está com uma carga enorme e não consegue dispersá-la..
Muitas vezes resistimos à mudanças, mas esquecemos de que elas são necessárias..
Basta você enxergar. Talvez o orgulho esteja te dominando e opiniões alheias também..
Passe por cima de tudo isso.
Você encontrará sua fonte de fortaleza.
Ainda resta algo.
Não sei como sei.
Só sei que sei.
“Só sei que nada sei..”
Resta-me apenas, uma última cartada.
Sonhe.
Algo lhe espera.
Sonhei algo do tipo, mas não consigo lembrar-me. Somente flashs brancos de sua imagem.
Estou suportando demais.
Algo ainda me faz estar aqui.
Sinta o que eu sinto.
Veja o que eu vejo.
Pense o que penso! Raciocine!
Não há mais incertezas!
Não há mais o tango argentino!
Por favor, lute.
Lute por um futuro, juntamente com seu passado. O futuro não acabou, você o faz.
Seu olhar é como a lua.. várias faces; um enigma da terra e com um brilho incessante..
Porque não há descrição?
Nem fotografias?
As respostas não me alcançam mais.
E lá se vai outro sonho.
Eu não o via mais.
Sabia de sua existência.
Mas não o via mais.
Mover-se-iam aos poucos as coisas que ali estavam.
Paradas elas já não ficavam mais.
Não mais senti seu abraço. Como era bom..
Guardo apenas o que se pode chamar de vago.
Vagas lembranças do que um dia pode ter sido irreal.
É totalmente surreal.
Estaba cansada de permanecer en la misma casa durante muchos años. Se decidió a encontrar un nuevo lugar para vivir de ese día.
Era de noche.
Ella acababa de llegar del trabajo.
Estaba muy cansado, pero tenía que arreglar lo que no se haya fijado todavía. Tuve que poner todas sus pertenencias en un montón de cajas.
Al ver los objetos, hay algo que usted comentó.
Era una vieja fotografía.
En la misma fotografía fue una persona, al parecer una mujer, su madre. La foto era viejo, así que había mucho polvo dentro de la caja.
Su vida ya no tenía sentido sin su madre para calmarlo, siempre que estaba nervioso.Pero ella necesitaba salir de aquella casa. Quería olvidar a su madre y borrar lo que nunca había escrito…
Pero es imposible olvidar a alguien que te ponga en el mundo.
Entonces la niña se quedó allí, mirando y recordando lo que había vivido junto a su madre. Se culpa a sí misma por no haber ganado mucho tiempo libre con su madre, en su mayor parte, estaba en una reunión en el trabajo y tenía poco tiempo para visitar a su madre que vivía en el interior de la ciudad.Lloré mucho, recordando los viejos tiempos. Momentos que fueron amables para ella.Ahora no había forma de cambiar el pasado.
Ya estaba allí, solo.
Su madre estaba muerta..
Ella quería tenerla de nuevo, pero era imposible.
Se olvidó de vivir hoy, se preocupaba demasiado por el mañana.
Ahora ya era demasiado tarde. Su pasado ya estaba escrito mucho antes.
Se decidió entonces que no cambia.
No sería olvidar a su madre y tuvo que aprender a vivir con su pasado, porque olvidarlo seria como si su pasado nunca hubiera existido.
Miró por un momento las cosas y las fotos que aun habia dentro de la caja y cierro la misma.Cierro tus ojos e quedó por alli mismo.